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"Você escreve bem pra cacete, seu livro é uma delícia."

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Juca Kfouri, jornalista esportivo

"Original, criativo e hilário, além de bem fundamentado."

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Enrico Spaggiari, Doutor em antropologia social pela USP

O futebol é para os alienados? Espessa ingenuidade. 

 

      Na década de 1920, quando um negro fazia uma falta, era duramente punido. Quando um branco fazia, nada acontecia. Para continuar no jogo, o negro inventou o drible. Já em 1969 João Saldanha, comunista declarado, era técnico da seleção brasileira, em plena ditadura militar. Demitido dias antes da copa de 1970. Nos anos 1980 Sócrates liderou o movimento Democracia Corinthiana. Além das diretas já, pedia o fim da concentração dos jogadores, para poder beber cerveja livremente.

        Em seu novo livro “Saída Bangu”, publicado pelo selo Off Flip, Guilherme Trucco costura passagens reais do futebol brasileiro, que mais parecem saídas de um quadro surrealista, com a biografia da personagem Geni, uma falsificadora de quadros, contratada para falsificar o futebol brasileiro, tarefa irreal, durante a copa do mundo de 1982.

         A trama, de fina aragem, esfarela-se em cenas de esparramado humor. Entretanto, sem embaraço, o texto deixa a impressão da única verdade: O futebol nos escorre pelas pernas. Traço definidor de caráter. A ossatura de todo brasileiro está incrustrada de futebol. Não é exagero. Espremendo, a última gota a cair deste pano retorcido que somos nós, será o futebol.

Imprensa:

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